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Capital mais jovem do Brasil ť referÍncia no Norte em saneam...

Capital mais jovem do Brasil ť referÍncia no Norte em saneamento bŠsico

A capital do estado do Tocantins, Palmas, aparece com destaque frente aos outros municípios nortistas em relação aos indicadores de abastecimento de água, coleta e tratamento dos esgotos. Por não estar na lista entre as 100 maiores cidades do Brasil, de acordo com o número de população estimado no IBGE, a capital tocantinense não figura o Ranking do Saneamento Básico produzido pelo Instituto Trata Brasil anualmente. Contudo, devido aos avanços conquistados na área, o ITB classifica Palmas como uma das capitais brasileiras como exemplo no setor.

  Indicador de atendimento total de água (%) Indicador de atendimento total de esgoto (%) Indicador de Esgoto Tratado por água consumida (%)
2012 91,06 50,99 32,64
2013 89,99 43,52 32,38
2014 97,02 58,07 32,27
2015 99,99 71,08 45,15

O INSTITUTO TRATA BRASIL ENTREVISTOU A ODEBRECHT AMBIENTAL, RESPONSÁVEL PELOS SERVIÇOS DE ÁGUA E ESGOTO EM PALMAS (TO). LEIA NA ÍNTEGRA:

Que esforços foram feitos na gestão do saneamento local que fez com que se chegasse a esta posição tão boa?
Todo o sistema de coleta e tratamento de esgoto em Palmas, como em outras cidades do Tocantins, foi pensado partindo do princípio de garantir tratamento para todo o volume coletado. Por isso, garantir a construção e adequação das Estações de Tratamento de Esgoto (ETE) foi passo fundamental.

A inovação nos processos de tratamento e a constante interface com o poder concedente, mostrando planos consistentes e com bom alinhamento com a infraestrutura municipal, também foram elementos garantidores do sucesso da gestão de saneamento básico em Palmas.

O que você destacaria como os fatores mais importantes para esse avanço (vontade política, manutenção do foco em saneamento mesmo com mudanças políticas, manutenção dos investimentos, envolvimento da população, outros)?

A vontade política, traduzida na iniciativa de buscar sempre avançar na cobertura com o serviço e a manutenção dos investimentos são, sem dúvida, vitais para uma mudança de paradigma sobre o tratamento de esgoto no Brasil.

O envolvimento da população começa, sempre, com a educação ambiental e a orientação constante sobre o bom uso da rede coletora e dos malefícios que, no dia a dia, podem ser causados à este bem público. A destinação de água de chuva, erradamente levada até as redes coletoras de esgoto, e o acúmulo de lixo, são os grandes vilões a serem combatidos.

Quanto em investimento foram feitos nos últimos 5 anos? 

2012 R$ 30.353
2013 R$ 44.974
2014 R$ 73.703
2015 R$ 70.832
2016 R$ 30.896

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