Jundiaí

Jundiaí-SP

Figurando entre as 25 melhores do Ranking do Saneamento do Instituto Trata Brasil, o município de Jundiaí, interior de São Paulo, mostra ano a ano a evolução nos indicadores de coleta e tratamento dos esgotos.

Atualmente, o município paulista já figura como uma referência no tratamento dos esgotos, tratando 98,66% do volume de esgoto gerado e abastecendo 99,07% da população total com água tratada.

Dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento Básico (SNIS), plataforma de indicadores do Ministério das Cidades, apontam a seguinte evolução por parte de Jundiaí:

  Indicador de atendimento total de água (%) Indicador de atendimento total de esgoto (%) Indicador de Esgoto Tratado por água consumida (%)
2014 97,80 97,80 91,94
2015 97,80 97,80 100
2016 98,23 98,23 100
2017 99,07 98,23 100
2018 99,07 98,23 100

O INSTITUTO TRATA BRASIL ENTREVISTOU O DAE JUNDIAÍ, RESPONSÁVEL PELOS SERVIÇOS NO MUNICÍPIO. LEIA NA ÍNTEGRA:

Que esforços foram feitos na gestão do saneamento local que fez com que se chegasse a esta posição tão boa?

A boa classificação de Jundiaí é resultado de planejamento e investimentos realizados ao longo dos anos e que foram mantidos administração após administração. Registros históricos comprovam que na metade do século 19 a cidade já ocupava posição de destaque entre os primeiros municípios brasileiros a se preocupar com saneamento básico. 

O sistema de saneamento de Jundiaí é reconhecido como um dos melhores do país pelo Instituto Trata Brasil, uma vez que 99,07% da cidade é atendida por rede de água tratada e 98,23% conta com coleta de esgoto. Além disso, 100% do esgoto coletado é tratado. Em extensão, a rede de abastecimento de água da cidade tem 1.922,80 quilômetros e a de esgoto, 983,45 quilômetros.

Este reconhecimento é resultado de investimentos iniciados com o CERJU (Comitê de Estudos e Recuperação do Rio Jundiaí), uma parceria do Governo do Estado, Prefeitura Municipal, DAE, Cetesb e indústrias (Ciesp e Fiesp), iniciada em 1984.

O objetivo era a despoluição do rio Jundiaí e, consequentemente, o afastamento de esgoto a céu aberto da malha urbana, por meio de implantação de sistema que impedisse o despejo de esgoto in natura no curso d’água.

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