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Nota 10
02/07/2017
 

Doenças como cólera, febre tifoide e hepatite têm ceifado muitas vidas. A causa desses males está na deficiência do saneamento básico. Calcula-se, de acordo com a Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas), que 2,5 bilhões de pessoas não tenham acesso aos sistemas de esgoto.

Esse quadro se complica no Brasil. Para o Instituto Trata Brasil, uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), somente 48,6% da população têm acesso à coleta de esgoto, ou seja, mais de 100 milhões de brasileiros estão à deriva. Sete crianças morrem por dia por causa da falta de saneamento.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) esclarece que se economizaria R$ 4,00 na área da saúde a cada R$ 1,00 investido em saneamento. O Instituto Trata Brasil reforça: “Para zerar o déficit de saneamento básico e oferecer acesso universal à coleta e ao tratamento de esgoto, o Brasil precisa de investimentos anuais de R$ 10 bilhões nos próximos 20 anos.”

A corrupção e a politicagem brasileiras impossibilitam investimentos consistentes na saúde. Bem-estar e educação são meros detalhes. O País está fadado ao subdesenvolvimento.

De todo modo, espera-se que a Campanha da Fraternidade (CFE), edição 2016, seja uma luz no final do túnel ao despertar a consciência política entre os políticos e sujeitos sociais brasileiros. O tema e o lema da Campanha são relevantes: “Casa Comum, nossa responsabilidade” e “Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca”. (Amós 5.24).

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) esclarece que o objetivo da Campanha da Fraternidade é “chamar atenção para a questão do direito ao saneamento básico para todas as pessoas, buscando fortalecer o empenho, à luz da fé, por políticas públicas e atitudes responsáveis que garantam a integridade e o futuro da Casa Comum, ou seja, do planeta Terra.”

 

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