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Saneamento é Preservação

Saneamento é Preservação

Em 2010, as perdas de faturamento das empresas operadoras com vazamentos, roubos e ligações clandestinas, falta de medição ou medições incorretas no consumo de água, alcançaram, na média nacional 37,5%;
Índices de Perdas por região:
51,55%
região Norte;
44,93%
na região Nordeste;
32,59%
na região Centro-Oeste;
35,19%
na região Sudeste; e
32,29%
na região Sul;
Uma redução de apenas 10% nas perdas no Brasil agregaria R$ 1,3 bilhão à receita operacional com água, equivalente a 42% do investimento realizado em abastecimento de água em 2010 para todo o país;

Fonte: Perdas de Água: Entraves ao avanço do saneamento básico e riscos de agravamento à escassez hídrica no Brasil - Instituto Trata Brasil, 2013

O Brasil possui quase 13% dos recursos hídricos superficiais do planeta. No entanto, 73% deles concentram-se na bacia hidrográfica amazônica, onde mora apenas 4% da população brasileira;
Os rios Tietê (SP), Iguaçu (PR) e Ipojuca (PE) estão entre os mais poluídos do Brasil. O Tietê, por exemplo, recebe 690 toneladas de poluentes por dia, principalmente esgoto doméstico sem tratamento.
3.500 piscinas olímpicas de esgotos são despejadas em rios, mares e cursos d’água, apenas pelas 100 maiores cidades brasileiras.

Fonte: Ranking do Saneamento (SNIS 2011) - Instituto Trata Brasil, 2013

Imóveis em áreas com saneamento chegam a valer quase 14% mais do que outro em área sem os serviços.
A valorização dos imóveis chegaria a R$ 178,3 bilhões, portanto, sozinha, compensaria parcialmente o custo da universalização do saneamento para o Brasil, que foi estimado em R$ 313,2 bilhões pelo estudo.

Fonte: Benefícios Econômicos da Expansão do Saneamento brasileiro - Instituto Trata Brasil / CEBDS, 2014

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