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Enchentes, secas, deslizamentos e ondas de calor são cada vez mais frequentes no Brasil. Mas esses eventos extremos não atingem todos da mesma forma. As populações com menos acesso a água tratada, esgoto e drenagem urbana são as mais vulneráveis.
Sem saneamento, o risco climático não só aumenta — ele se multiplica.
O saneamento básico funciona como uma barreira invisível contra os impactos das mudanças no clima. Quando ele está ausente, surgem os efeitos colaterais:
Alagamentos que espalham doenças
Moradias em encostas vulneráveis a deslizamentos
Contaminação da água em períodos de seca
Falta de infraestrutura para reagir a eventos extremos
Tratar o saneamento como prioridade é também preparar as cidades para o futuro — e para a próxima emergência climática.
Explore um panorama inédito do Brasil cruzando dados de saneamento, clima e vulnerabilidade social.
Visualize:
Cidades com maior exposição a eventos extremos
Regiões sem estrutura básica para enfrentar desastres
Indicadores como coleta de esgoto, acesso à água, renda e saúde
Compare cidades, filtre riscos e entenda os territórios mais expostos às mudanças climáticas.
O Brasil vive uma encruzilhada: ou investe em infraestrutura, prevenção e adaptação — ou continuará lidando com tragédias anunciadas.
O mapa é um convite à consciência.
À cobrança.
À ação.
As mudanças climáticas já afetam milhões de brasileiros — mas pouca gente sabe o quanto o saneamento tem a ver com isso.
Ajude a levar esse debate para mais pessoas.
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